Prestando contas

A gente anda se transformando muito nos últimos meses. De uma produtora de campanhas, games e megasites com video e flash, a gente está no rumo de finalmente fazer jus à nossa razão social, “colmeia produção de conteúdo e entretenimento digital”. Projetos de médio / longo prazo, mais pra plataformas do que pra campanhas, tem ocupado a colmeia quase toda. Além de muitos projetos pontuais com agências queridas (filmes, games, experiências com tecnologia mais pesada, etc), estamos criando e produzindo conteúdo e plataformas para a Petrobras em várias frentes simultaneamente, pra Natura em um projeto bem grande (que envolve um universo que a gente adora, o Empreendedorismo Social), e mais alguns para o Itaú Unibanco – nas praias de Sustentabilidade e Inovação.

De tanto sonhar com a possibilidade de conseguir viver de projetos que tenham significado e propósito – dentro e fora da propaganda -, acho que a gente acabou encontrando alguns caminhos. Esse sonho passa também por envolver o povo todo aqui em projetos que não só movam o sarrafo pra cima, mas também façam a gente pensar de qual sarrafo estamos falando… ;-)

Uma novidade também é que entramos em julho agora, junto com os manos da gringo, na SoDA – Society of Digital Agencies. Somos as duas empresas brasileiras representando a nação lá, espero que outras muitas se juntem a nós em breve.

Apesar de fazer tempo que não levamos um, olhei agora e ainda continuamos na lista das Top 100 agências e produtoras no FWA. Estamos correndo aqui pra levar mais um ou dois em breve, oxalá permita!

A luta é braba, mas a gente se diverte. Vou tentar dar uma geral aqui em alguns dos projetos que estamos fazendo acontecer.

Compacto
O videocast de cultura da Petrobras. Uma plataforma de conteúdo cultural de longo prazo, que começa com conteúdo musical licenciado via Creative Commons. Um encontro que dá gosto: iniciativa corajosa deles, concepção e realização nossa. Um dos episódios, Siba e Fernando Catatau:
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Brasileirão Petrobras
Vinte torcidas. Muitas histórias. Uma jornada de seis meses pelo Brasil afora, mostrando a personalidade de cada uma das torcidas que movem o Brasileirão Petrobras 2010, o principal campeonato de futebol do país. Minidocumentários, promoções e engajamento via twitter, facebook, youtube, etc. Um dos minidocumentários, Torcida do Corinthians:

Acolher | Movimento Natura
É um programa que começa agora – com metas agressivas de engajamento e participação -, e que pretende reconhecer entre as consultoras da Natura pessoas que realizam ações sociais, promovendo educação e inspiração a todas. Estamos aprendendo um bocado com a Natura, com a Ashoka e com um monte de gente que estamos conhecendo pelo país. O videomanifesto do projeto:

Fiat Mio
Já faz um tempo que estamos junto com a Agenciaclick nessa empreitada. É uma honra participar disso, pode ter certeza. Sem medo de exagerar, os caras estão escrevendo um pedaço da história da indústria automobilística no Brasil. O último episódio que publicamos:

LG Life’s Good LAB
Estamos fazendo filmes a convite da Energy nesse projeto, que promete muito: é uma plataforma de colaboração e geração de ideias, no Facebook. O videomanifesto do projeto:

A Missa
CuboCC, LiveAD, Perestroika e colmeia. Encontro de gente que rala e vive de fazer comunicação de novas maneiras, com outros olhares, diferentes do tradicional, até mesmo do traDIGITAL. Um curso de comunicação que vai de setembro a dezembro, aqui na sede da colmeia. Vai ser foda. A carinha do site:

TEDxAmazônia
Provavelmente o maior TEDx realizado no mundo, vai rolar em 2 dias em Manaus, no Hotel Ariaú. Estamos ralando pra montar uma agenda global, dentro do tema Qualidade de Vida no Planeta. Fica de olho porque vamos levar quase 400 pessoas pra Floresta. Tá afins? Um teaserzinho:
http://www.vimeo.com/12864588

OmeleTV
Érico, Forlani e Hessel sempre aprontando altas. O omelete.com.br é praticamente uma extensão da firma aqui, por conta desse videocast que já tem um bom tempo no ar, semanalmente com novos episódios. O último:
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Isso, claro, sem contar os vários outros projetos que estão na incubadeira, os que não podemos citar ainda, e os já rolaram esse ano. Se quiser saber mais, manda um email pro Paimei que ele te conta. Se eu esqueci de listar algum projeto que está rolando, caro cliente / agência / ur50, desculpe: me avisa que eu arrumo aqui!

Vamos ver se a gente consegue imprimir uma frequencia maior nesse relatoriozinho aqui. E por favor, se tiver algo a comentar ou sugerir aí em algum dos projetos, ou até mesmo mandar um salve aqui pro povo, agradeço.

TEDxAmazonia: Novembro 2010

Stay tuned!

TEDxAmazonia.com.br

http://www.vimeo.com/12864588

Faça voce mesmo o seu clichê

O clichê é um injustiçado. Usar um clichê é muitas vezes sinônimo de falta de originalidade. Todo mundo bate nele e critica quem o usa, mas justiça seja feita: ele continua sendo uma das maneiras mais fortes de dizer o que se pensa. E é a partir de alguns clichês que eu pretendo compartilhar com vocês um fato: a internet está cada vez mais saindo dela mesma, e se misturando com produtos e serviços da forma mais descentralizada possível. Alguns chamam isso de computação pervasiva, ubíqua, “Internet das coisas”. Ponha esses termos no Google agora e divirta-se. Até porque são coisas que devem mexer muito com a nossa indústria nos próximos anos.

Clichê #1: O Nike+ e a distância que nos separa.

Na publicidade (ou melhor dizendo, em volta dela), o que existe de mais próximo disso é o famigerado Nike+, um dos projetos mais citados em salas de reunião de agências nos últimos 3 anos. Um chip embaixo da palmilha de um tênis, um iPod e pronto – uma comunidade de corredores se reúne em torno da ideia de compartilhar suas experiências de corrida, a partir de dados extraídos de suas próprias passadas que convergem para um site, ou melhor, uma rede social. Uma rede criada a partir de um pequeno hardware, e uma experiência física compartilhada, materializada como plataforma: produto vira serviço que gera relacionamentos cada vez mais fortes entre marca e consumidor. Sonho de consumo para uma marca, certo? Levou todos os prêmios por onde passou, e acabou virando um projeto-clichê porque é quase inalcançavel por nós, meros mortais, de tão inovador e completo. Nike + Apple. Dá para imaginar um projeto como esse sendo lançado no Brasil, por uma empresa / fabricante / agência / produtora brasileira? Não sou da turma que se deprime fácil: eu gosto de pensar que sim, é possível. Coragem.

Clichê #2: Crowdsourcing.

É fato: nunca antes na história as pessoas receberam tanto estímulo ao “faça você mesmo” – conteúdo, produtos, serviços, etc. Empreender, virar escritor, cronista, comentarista. Diretor de cena, Produtor, Curador. Editor. Independente de talento. “- Como é que o “viral” vai se espalhar sem elas? Elas são o centro do problema, e portanto vamos convidá-las a entrar no processo”. As marcas convidam consumidores para palpitar, produzir comerciais, para batizar o produto / serviço, para ajudar a pensar como o produto deve ser. E isso tudo é incrível, principalmente pelo potencial de ajudar a diminuir a importância de coisas como Focus Groups, entre outras.

Clichê #3: Indústria de propaganda, aprenda com a indústria de software

É claro que aqui estou “sabotando” este artigo: isso não é um clichê. Ainda. Trata-se de um conselho. O “faça-você-mesmo do Conteúdo” por assim dizer, foi inspirado fortemente desde o início dos tempos digitais pelo “faça-você-mesmo do Software”. A cultura do “Open Source” é onipresente: YouTube, Facebook, muitos dos serviços que usamos hoje não existiriam se algumas pessoas, em algum momento não tivessem aberto mão de uma certa “autoria” em nome de uma construção coletiva. Porque esse “coletivo” pode gerar mais valor para todos, para toda a cadeia. E agora esse “jeito de fazer” invade o Hardware.

Algumas pessoas pensaram que pode ser possível estimular o crowdsourcing de “coisas físicas”. Por enquanto, feitas de plástico. Uma delas é Bre Pettis, co-fundador da MakerBot Industries. Fundada em janeiro de 2009, produz e vende pela internet entre outras coisas uma impressora 3D Open Source – a Cupcake CNC. A ideia por trás da empreitada é introduzir na casa das pessoas um equipamento de preço acessível, que possibilite a fabricação de objetos de plástico de até 4” x 4” x 6”, a partir de modelos desenhados em 3D. Ao invés de “mande seu video”, vamos para a era do “mande seu objeto”? Não, o buraco é mais embaixo: a Philips por exemplo criou uma plataforma, http://www.shapeways.com, onde as pessoas podem vender objetos construídos a partir de impressoras 3D. R&D em tempo real na era do Open Source, criando um mercado. Um designer pode enviar seu projeto e se aprovado, será fabricado sob demanda e vendido pelo site.

O clichê por trás do “Hobbista” de fim de semana, que gasta seu tempo inventando coisas na garagem de casa ganha novas perspectivas. A cultura Nerd é ironicamente um dos propulsores da inovação no mundo hoje: Jobs, Gates, Zuckerberg. Imagine o que vem pela frente já que, além de um YouTube, as pessoas poderão ter nas mãos uma impressora 3D, open source?

* Artigo publicado no jornal Meio & Mensagem, edição de 07/06/2010

On e Off é intermitência: Mestiçagem é perenidade.

A intermitência é uma das poucas constantes para quem trabalha em comunicação hoje. Trocam-se as métricas, o tipo de entrega e as expectativas de toda a cadeia de valor, o tempo todo. Um novo gadget, um novo serviço, uma explosão de movimento de audiência a cada 45, 60 dias. Você sabe, eu sei, dá muito trabalho. Qual a próxima #tendencia, e quanto tempo ela vai durar? Video interativo, twitter (quem se lembra do pownce?), foursquare (será que o gowalla vinga?), a discussão sobre Flash versus HTML 5. Há alguns meses usa-se muito o termo “Plataforma”, mas que de tão intensamente usado por todo mundo em tão pouco tempo, já acabou virando objeto de deboche – até porque plataforma pressupõe “algo que permaneça”, funcionando como um serviço (além do digital inclusive), e não um site de apoio de uma campanha de páscoa. O tal do “viral” ensaia ser mais uma (bizarra) exceção a essa intermitência toda, já que por incrível que pareça persiste como “categoria” de comunicação. Assim como o “buzz”. A quantidade de eventos sobre mídias sociais… você esteve nos últimos 6? Todos eles ocorreram nos últimos 2 meses. O desafio de se reinventar o tempo todo é praticamente um job description para cada um de nós.

De perenes, os valores como caráter, ética, e transparência – obrigações básicas de qualquer profissional (infelizmente não AINDA de postulantes a cargos públicos), qualquer empresa, qualquer marca -, e claro, o supremo ROI, ou em português claro, o juiz da partida. Resolvi abrir esta série de artigos, que à convite do Meio & Mensagem passo a escrever com muito prazer, refletindo justamente a respeito de perenidade. Porque é fato que estamos numa época de muita complexidade (intermitência), onde o modelo de negócios deve ser o mais simples possível. Como lidar com isso?

Desde os sorteios de linhas de celulares da Banda B em São Paulo (alguém se lembra quanto custava uma linha de celular em 1997? E o tempo de fila para que o sujeito pudesse de fato passar a usar um celular SOMENTE PARA FALAR?) -, meu primeiro emprego na indústria de comunicação -, o embate entre Online e Offline pode ser pescado como algo BEM perene. Há 13 anos eu vivencio o dilema de ser convocado para uma reunião por ser “o cara de internet”. Mudam-se os nomes dos cargos, dividem-se as verbas, mas a questão continua: de um lado, entre tantos outros petardos, “se vocês levassem o digital mais a sério…”, de outro, “…não quero fazer internet, quero fazer propaganda”.

Me parece claro que esse embate vá se tornar perda de tempo em algum tempo (apesar de já fazer um certo tempo que isso parece claro), mesmo que seja por uma questão de troca de gestão, ou de ascenção e queda de uma dinastia.

Ao mesmo tempo, acelerar o metabolismo de um profissional de comunicação de modo a formá-lo mestiço, On + Off, deveria ser a missão de uma produtora, agência, de um veículo e de um anunciante preocupados em reter talentos e tornar-se um celeiro deles. Darcy Ribeiro, grande antropólogo brasileiro, se debruçou sobre o tema da mestiçagem durante anos a fio, e entre polêmicas e pontos de vista questionáveis, defende que foi a partir da desindianização do índio, da desafricanização do negro, da deseuropeização do europeu que nos fizemos como povo, fundindo suas heranças culturais.

Por mais que se diga que hoje em dia “tudo é On”, que “essa discussão não faz mais sentido”, existe uma latência enorme no Brasil em torno desse embate, que só é resolvida quando a necessidade (ou o chefe) bate à porta: um anunciante que imponha a seus fornecedores esse tipo de “mestiçagem”, um desafio de comunicação que exija essa mistura é o que provavelmente vai desencadear discussões e portanto soluções práticas e relevantes.

Eu acho que devemos lidar com a intermitência a partir da mestiçagem: Como medir e analisar as coisas, como as marcas devem ser “templates” de um comportamento corporativo (sim, as redes sociais estão aí para provar isso) e não imagens fabricadas em laboratório, assumindo que a criatividade é mais importante do que nunca, e que fazer o bem é geralmente bom para todos. On ou Off, não importa. Me parece que é no modelo de negócios, e na simplicidade dele, que a mestiçagem emperra.

O Brasil deveria ser um grande celeiro de talentos mestiços. On e Off. O tal “tamo junto e misturado” deveria ser prioridade na agenda de todos, sob o risco de termos que esperar uma nova dinastia. O que você acha?

* Artigo publicado no jornal Meio e Mensagem

OmeleTV estreia na TVA

 

Depois de quase três anos sendo publicado apenas na internet, o OmeleTV estreia na televisão. O programa comandado por Marcelo Forlani, Érico Borgo e Marcelo Hessel agora faz parte da grade da TVA, no canal IMAGINE TV (canal 6). Todas as sextas-feiras, às 23h, você assiste o OmeleTV com três blocos recheado de filmes, games, HQs e muita cultura nerd. O programa é uma parceria antiga da colmeia com o site Omelete.

Mas os fãs podem ficar tranqüilos, quem não tiver TVA ainda pode acompanhar as confusões, discussões e cosplays mais furados da internet brasileira no site do Omelete  e no Enxame.tv , onde além de assistir o programa que vai para a telinha, você também confere um bloco exclusivo para a internet com as respostas dos emails dos omelenautas.

Então, não esqueça, toda sexta-feira, às 23h, o OmeleTV invade o canal IMAGINE TV da TVA.

Eles estão sem limites!

colmeia – credenciais – 02/2010

TEDxSP Talks | Osvaldo Stella: da Engenharia à Amazônia

http://www.vimeo.com/7889682

colmeia pinbowling (a.k.a. pimboliche)

http://www.vimeo.com/7819918

Manifesto Pinbowling

Garota do tempo da Skol

Sim, até hoje a previsão do tempo era desse jeito: chata, fria, cinza e quadrada. Mas agora isso já mudou!
Essa semana, entrou no ar a garota do tempo da Skol.

O desafio desta parceria entre colmeia e F/Nazca era criar uma maneira de assistir a previsão do tempo que fosse informativa, mas ao mesmo tempo divertida.

Meu trabalho como assistente de direção começou com a desagradável tarefa de escolher a melhor entre mais de 40 garotas de biquini para viver a personagem. Eis o resultado: Aline Samy, que vocês conferem esse mes não apenas no hot site, mas tambem num ensaio de oito paginas na VIP.

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Foto: Sérgio Kovacevick

Para abranger todas as possibilidades de climas diários previstas pelo Climatempo, foram criadas mais de 30 esquetes que contemplam desde o mais abafado calor até a tempestade torrencial. E a garota do tempo vivenciou cada um desses climas ali no nosso estúdio. Em três diárias de captação, houve raios e trovões, ventanias, muita chuva de verdade e outros tantos efeitos especiais, que apesar de complicarem as filmagens, deixaram-na muito mais divertida. Os efeitos foram um desafio a parte para toda a equipe, desde o fotógrafo Thiago Tambelli, que precisou fazer diversos pre-sets de luz diferentes para dias em que o clima começa ensolarado e termina chuvoso; até para o microfonista, que tomou tanta chuva quanto a propria garota do tempo. Somou-se ao trabalho de video, uma pos produção impecável, com animações em 3D que deixam ainda mais dinâmica e divertida a previsão.

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Além de conferir as esquetes na internet, muito em breve elas estarão disponiveis num aplicativo supimpa (e gratis!) para iphone – desenvolvido pela taxilabs – onde o usuário poderá não apenas assistir aos videos, mas também interagir com a garota em algumas esquetes especiais, ajudando-a a passar bronzeador, refrescar-se, fechar seu vestido… É, fechar seu vestido. Não pergunte-se “porque eu fecharia o vestido?” até ver como ela pede de maneira convincente…

Confira também neste making of express do qual eu sou co-protagonista.

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Enfim, trabalho fodastico!
Com a Skol, F/Nazca e colmeia, não tem tempo ruim!

Ficha Técnica
Filme: Garota do Tempo
Cliente: Skol
Agência: F/Nazca
Produtora: colmeia
Produtora de áudio: Cromossonica
Aplicativo Iphone: Taxilabs

Equipe Agência F/NAZCA
Diretor de criação: Fabio Fernandes / Fabio Simões
Diretor de arte: Lucas Camargo (FLASH) / Pedro Burneiko / Michel Neuhaus / Sandro Rosa
Redator: André Arteze / Lins Ricon
Motion: Estevão Puggina, Francisco Beraldo, Lucas Camargo (FLASH)
Ilustração: Mauro Ferreira, Lucas Camargo (FLASH)
Diretor de Tecnologia: Paulo Pacheco
Programador: André Veríssimo
Fotógrafo: Alexandre Ermel
Art buyer: Edna Bombini / Cristiano Godoy
Produção gráfica: Jomar Faria / Robson De Vitto / Leandro Ferreira
Planejamento: Fernand Alphen / Bertrand Cocallemen / Mark Cardoso
Atendimento: Marcello Penna / Christiano Bock / Patricia Graicar / Paula Obata / Mario Mendes
Mídia: Fabio Baracho / Rafaela Queiroz / Sandro Cachiello
RTV: Regiane Pettinelli e Gisele Campos
Aprovação cliente: Sergio Eleutério

Equipe colmeia
Produção Executiva: Andre Passamani
Atendimento: Alessandra Sevzatian
Gerente de Projetos: Anna Fauaz
Coordenação de Produção: Thais Freire
Direção: Leonardo Barbosa
1º Assist. de Direção: Ricardo Mordoch
2º Assist. de Direção: Marina Mello
Direção de Produção: Erica Suzumura
Ass de Produção: Marina Pessoa
Produção de Elenco: Flávia Cocozza
Montagem: Nina Senra
Figurinista: Melina Schleder
Camareira: Marlene
Maquiadora: Fernanda Leite
Efeitista: Martão
Direção de Fotografia: Tiago Tambelli
1º Assist. Câmera: Fernando Augusto
2º Assist. Câmera: Pedro Maffei
Color Correction: Raphael Varandas – DCine
Tecnico de Som: Gustavo Nascimento
Microfonista: Tales Manfrinato
Gaffer: Edinelson Teles
Maquista: Paulão
Efeitista: Martão
Pintor de Arte: Wilson
TP: TP Arte

TEDxSP Talks | Paulo Saldiva: exclusão e racismo ambiental

http://www.vimeo.com/7809765

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