Rio40, a internet e o planeta

Encerrado o período de veiculação do hotsite que desenvolvemos pra Axe México, “Rio 40“, por meio da Lowe Mexico, e o site sair do ar, lá vamos nós pra verificação final das estatísticas.

Destaque: “curiosos” de 143 países acessaram o site! Digo “curiosos” porque acreditamos que parte desse acesso diluído pelo mundo aconteceu devido à menção no The FWA do dia 23/08. Mas… até o dia anterior, internautas de 87 países haviam acessado o hotsite. Como tanta gente, de lugares tão diversos, chegou ao site, considerando que o público-alvo se restringia ao México?

Finalizando, outro fato relevante: o público preferiu a Roberta =)

Videoslush – Simulador de Compra e Venda de Videos Virais

Videoslush - Simulador de Compra e Venda de Videos ViraisMês passado li essa dica no blog Spiceee.com – Videoslush – sobre um game que simula um mercado de compra e venda de videos virais. No Videoslush vc acumula créditos adivinhando quantas visitas um video do YouTube receberá no intervalo de 24 horas, quanto mais acentuada a curva de crescimento, maior o lucro, além disso, vc ganha bônus se seu palpite estiver próximo das visitas atingidas. Além de transacionar, vc tb pode incluir videos e como não encontrei muitos usuários brasileiros, estou adicionando vários videos incluindo os que fizeram sucesso por aqui em meu perfil no Videoslush (para cadastrados).
Estou achando interessante mais pelas estatísticas que o sistema armazena, que mostra a evolução das visitas durante um período de tempo, coisa que o YouTube ainda não mostra.

Clique para ler todo o post…

Quase 10 Milhões de Brasileiros Lêem Blogs

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Saiu no IDG Now: Quase 10 Milhões de Brasileiros Acessaram Blogs em 2007. São dados Ibope/NetRatings.

O número mais exato é 9,6 milhões de pessoas, uma expansão de 37%, que acessaram principalmente as plataformas Blogger e Wordpress. O número de internautas ativos cresceu ainda mais, 49% em 2007, chegando a 20,4 milhões de pessoas.

O porque disso indica que o principal crescimento foi entre crianças e idosos, faixas etárias que não têm o hábito de utilizar ferramentas de busca, portanto, tendo menos contatos com os blogs. Enquanto isso, o crescimento para os jovens se caracterizou por acessos em Lan Houses, o que nos leva a navegações mais focadas como em leitura de e-mail e atualizações de perfis de comunidades, e por fim, faltando tempo hábil para visitarem blogs.

As ferramentas “blogueiras” que tiveram destaque foram exatamente o Blogger, que atingiu 33% das pessoas que acessaram a internet no mês de dezembro (há um ano eram 20%), e o Wordpress chegando a 13% (3,4% uma ano antes).

O Brasil ainda teve maior crescimento do que os principais países do mundo, alguns deles são os Estados Unidos, França, Japão e Espanha. Uma internet de gente grande!

Dica do Gabriel via Twitter

Leia tb:
23/01/2008 – Condomínios, Fazendas, Redes e Coletivos de Blogs
20/12/2007 – Visita das Blogueiras na colmeia
08/10/2007 – Quase 9 Milhões de Brasileiros Lêem Blogs

Magazine Luiza no YouTube

YouTube Preview Image

Mês passado saiu essa notícia no Estadão – Magazine Luiza faz acordo com YouTube – com acesso só para assinantes, mas com trechos reproduzidos no portal G1: Magazine Luiza terá canal exclusivo dentro do YouTube. Fiz uma busca e encontrei o perfil YouTube do Magazineluiza.com com 60 videos até o momento, que são os mesmos que aparecem na página de produto no site de comércio eletrônico Magazineluiza.com.

Muita gente deve achar estranho imaginar que um filme de varejo pode um dia estar em destaque na welcome page do YouTube. E a idéia de que videos de vendedores e demostrações de produtos possam competir com o Jeremias, ou um Tapa na Pantera, é no mínimo inesperada :-) De qualquer forma copiei algumas declarações e números que achei interessante na reportagem do Estadão:
Clique para ler todo o post…

Videocast Colmeia #2 – parte 3 (ou 2.3)

Nesse bloco, Ask 500 People crowdsourcing encontra um mapa bem feito, o Project Direct, que comentamos no blog e o vídeo clip da Yunyu.

Assista também na versão HD (recomendamos o modo full screen).

Quantas pessoas são necessárias…

Divagando aqui, me liguei em quantas pessoas estão envolvidas em um projeto de vídeo interativo que estamos desenvolvendo pra uma agência X, cliente Y (em breve, conto).

Numa conta aproximada, são por volta de 80 profissionais envolvidos no desenvolvimento de um hotsite!!! Desde o profissional responsável pela cabeação da iluminação numa locação, até o atendimento que aprova com o cliente, ou não, os lay-outs, passando por ilustradores, atores, animadores, produtores, programadores, e por aí afora.

Coisa de louco!!! Em quase 10 anos de Internet, nunca fiz projetos com tanta gente envolvida e em prazos tão curtos.

PS: Quando estiver no ar, aviso… se quiserem ;O)

Leia também:
12/12/2007 – Hotsite Claro 3G

Quase 9 milhões de brasileiros lêem blogs

De acordo com dados de agosto do Ibope/NetRatings quase 9 milhões de pessoas lêem blogs. Os dados mostram que o Brasil está no nível dos Estados Unidos e do Reino Unido, países em que se usa mais redes socias do que blogs, mas que ainda está atrás da França e Japão. Essa pesquisa, que foi feita em agosto, mostra ainda que 15 milhões de usuários residenciais navegaram em redes sociais, bate-papos, fóruns e blogs, o que é equivalente a 80% do total de internautas ativos do mês.

O uso de ferramentas que englobam blogs amadores como o WordPress.com e o Blogger é em geral jovem, com metade com idade inferior a 25 anos, o que mostra que os jovens utilizam mais ferramentas de buscas que as pessoas mais velhas. Essas, costumam entrar sempre em um mesmo site, que escolhem uma página para ler e acompanhar.

Os jovens costumam procurar, além de pornografia e temas humorísticos, informações sobre como solucionar problemas em trabalhos escolares, pegar músicas na rede, usar o eMule entre outros.

Em outros países os blogs mais populares são sobre hobbies e assuntos de casa, não os ligados à Wired.

Fonte: IdgNow

Leia tb:
30/01/2008 – Quase 10 Milhões de Brasileiros Lêem Blogs
04/10/2007 – RP para Blogueiros e Orkuteiros chega ao Brasil
05/09/2007 – Apresentação sobre Redes Sociais por Fabio Cipriani

Dove Evolution: nem um centavo em midia

A Adage Digital comunica que o “video viral” Evolution tem ROI (retorno sobre o investimento) melhor do que se tivesse sido veiculado no SuperBowl.

De fato, não é a toa que nossa percepção de beleza é distorcida…

Traffic spike

With not a penny of paid media and in less than a month, “Dove Evolution,” a 75-second viral film created by Ogilvy & Mather, Toronto, for the Unilever brand has reaped more than 1.7 million views on YouTube and has gotten significant play on TV talk shows “Ellen” and “The View” as well as on “Entertainment Tonight.” It’s also brought the biggest-ever traffic spike to CampaignForRealBeauty.com, three times more than Dove’s Super Bowl ad and resulting publicity last year, according to Alexa.com.
By those measures, “Evolution” is the biggest online-buzz generator in the U.S. personal-care and beauty industries, topping this year’s effort from Omnicom Group’s Tribal DDB on behalf of the Philips Norelco Bodygroom shaver. And that’s before the campaign began rolling out to 10 additional countries in Europe, Asia and Latin America last week.

Mobile UGC | US$ 13 Bi até 2011

Mobile UGC: Conteúdo móvel gerado pelo próprio consumidor. Ou seja: fotos, videos e textos gerados “on the go”, a partir de celulares e dispositivos móveis (iPod, PSP, PDAs, etc), e postados na web – porque aí é que se monetiza de verdade isso tudo.

via newmediaage.uk

User-generated content and communities on mobile will be worth $13.1bn (£6.95bn) within five years, according to a report by Informa Telecoms & Media and the Mobile Entertainment Forum.

The value of the sector will be boosted by big online players like MySpace, Bebo and YouTube going mobile, according to the report.

MySpace and Bebo are working on their mobile strategies with no specified roll-out date, while YouTube has yet to announce any mobile plans.

O investimento entra em cartaz

O investimento entra em cartaz

Por Adriana Aguilar, para o Valor
08/09/2006 A indústria cinematográfica parece ter entrado definitivamente na lista de negócios atraentes para os fundos de investimento. Até os primeiros meses de 2007, mais de R$ 30 milhões poderão sair dessas fontes de financiamento para aplicação em produção, distribuição e exibição de filmes. O fundo da administradora de recursos Rio Bravo, o RB Cinema I, investirá até o fim do ano R$ 13,3 milhões. Para o primeiro semestre de 2007, a Culturinvest, ligada ao banco Bonsucesso, de Minas Gerais, tem previsão de começar a operar um fundo com R$ 10 milhões. A Mellon Serviços Financeiros do Brasil também tem prospectado com investidores para captar recursos para o fundo Cine AA Funcine, que deve estrear no primeiro semestre de 2007, com R$ 8 milhões.

Ruy Baron/Valor Os irmãos Christian e Erik de Castro, produtor e roteirista de “Federal”, um projeto financeiramente bem-sucedido

“O volume previsto para 2006 e início de 2007 é significativo, tendo em vista que o apoio de fundos de investimento ao cinema é recente. Há potencial para mais, principalmente com recursos de investidores privados, que poderão beneficiar-se do incentivo fiscal previsto na regulamentação dos fundos”, diz Sérgio Sá, assessor da presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O banco ainda tem em carteira R$ 10 milhões para serem investidos em fundos para cinema até o fim de 2006. A mesma quantia estará disponível em 2007.

Com base em pesquisa feita em junho e julho, o BNDES detectou que, de imediato, haveria potencial para mil novas salas de cinema no país. Com programação e localização adequadas, o tempo médio para início de retorno do empreendimento seria de cinco anos. O espaço para investimento é significativo. No Brasil, há uma sala de cinema para cada 90 mil habitantes, enquanto a proporção na Argentina é de uma sala para cada 45 mil habitantes e, no México, de uma sala para cada 33 mil habitantes.

A pesquisa também detectou que seria viável a consolidação de duas grandes empresas de distribuição de filmes, entre outras oportunidades (ver tabela na página 13). Tendo em vista as potencialidades identificadas nesse mercado, o BNDES criou o departamento de economia da cultura, para fomentar investimentos em fundos para cinema e estimular seu uso como canais de irrigação da indústria com recursos do mercado de capitais.

Os fundos de financiamento da indústria cinematográfica nacional funcionam como qualquer outro fundo de investimento disponível nos bancos ou em administradoras de recursos. Com a ressalva de que só podemo receber aplicações de pessoas jurídicas. Esses fundos têm em carteira projetos de filmes ou participações em empresas do setor cinematográfico nacional – produtoras, distribuidoras e exibidoras. Neste caso, funcionam como provedores de “private equity”, ou seja, entram como participantes no capital das empresas.

Divulgação Cacá Diegues (com José Wilker, durante a filmagem de “O Maior Amor do Mundo”): “O fundo de investimento será uma porta para a economia do cinema auto-sustentável”

Os gestores dos fundos devem selecionar projetos com potencial de rentabilidade no longo prazo, para serem incluídos nas respectivas carteiras de investimento. É uma atividade que estimula o desenvolvimento de capacitação específica para a análise de projetos da indústria de cinema e, depois, para sua colocação no mercado e gestão das diferentes fases de captação de recursos e sua aplicação.

A Rio Bravo entrou no negócio depois de comprovar, na prática, que a indústria cinematográfica nacional é rentável. Em 2003, durante a fase de produção do filme “Olga” (dirigido por Jayme Monjardim), a Rio Bravo fez um aporte de R$ 300 mil. Pelo contrato, a empresa teria direito a um percentual dos ganhos obtidos com a exibição do filme nos cinemas do país. Recebeu de volta R$ 330 mil, antes da conclusão do processo de divulgação do longa-metragem.

O contrato também definia para a Rio Bravo um percentual da receita líquida do produtor nas negociações com DVD e nas negociações com TV – pay-per-view, rede aberta, fechada – e nas negociações do filme em outros países. O percentual, não divulgado, varia conforme o veículo de comunicação. Até 31 de agosto, o investimento dos R$ 300 mil feito pela Rio Bravo no projeto do filme “Olga” já havia rendido 177% do CDI (certificado de depósito interbancário, a taxa de juros praticada entre bancos). Supondo que a aplicação da Rio Bravo tivesse ocorrido em 1º de janeiro de 2004, o montante de R$ 300 mil corresponderia hoje a R$ 580 mil, segundo cálculos da consultoria Fortuna.

O primeiro fundo da Rio Bravo no setor é o RB Cinema I, iniciado em dezembro de 2005, com R$ 13,3 milhões. Além da própria Rio Bravo, que aplicou R$ 500 mil com a condição de não usar o incentivo fiscal, também investiram no fundo a empresa de celulose Aracruz (R$ 5 milhões) e o próprio BNDES (R$ 7 milhões).

De acordo com a política de investimento do RB Cinema I, apresentada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no mínimo 50% dos R$ 13,3 milhões captados têm de ser usados para aquisição de direitos de distribuição de obras cinematográficas. No máximo 50% dos recursos do fundo poderão ser aplicados em projetos de produção e distribuição. Até 30% do fundo estarão disponíveis para construção, reforma e recuperação de salas de cinema. Também ficou estabelecido que até 25% do montante captado podem ser aplicados em um único projeto, enquanto será de 20% o teto para aplicações em títulos do Tesouro Nacional. Até 31 de dezembro de 2006, a Rio Bravo tem de aplicar os R$ 13,3 milhões captados, obedecendo à política de investimentos do fundo, no cinema nacional. “O objetivo é abrir o RB Cinema II no final de 2006 e, depois, um novo fundo por ano”, diz o gestor do RB Cinema I, Fernando Buarque de Gusmão.

Por enquanto, a carteira do fundo RB Cinema I é composta por quatro projetos de produção e direitos de distribuição. O primeiro é o filme “O Maior Amor do Mundo”, de Cacá Diegues (“Bye Bye Brasil”), que estreou quinta-feira e acaba de receber o prêmio de melhor filme do 30º Festival de Cinema Mundial de Montreal. Em troca do investimento feito, o RB Cinema I terá participação nos resultados do filme no Brasil e nas negociações de distribuição para outros países. “O fundo de investimento será uma porta para a economia de cinema auto-sustentável”, diz Diegues.

Também estão na carteira do RB os filmes “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”, de Cao Hamburguer (“Castelo Rá-Tim-Bum”), “Querô”, de Carlos Cortez (“Geraldo Filme”), e “Federal”, de Erik de Castro (“Senta a Pua”).

O fundo de investimento da Culturinvest, ligada ao banco Bonsucesso, está sendo estruturado. “A previsão é que o fundo comece a operar com R$ 10 milhões no primeiro semestre de 2007″, diz Cristiano Naves Garcia, diretor da Culturinvest.

A política de investimentos do fundo será direcionada para a compra de participação em empresas de cinema (exibição, distribuição e produção), explica Garcia. A Culturinvest possui 30% dos certificados de investimento em obras audiovisuais emitidos no mercado, que proporcionam incentivos fiscais de R$ 1,25 para cada R$ 1,00 investido. Mas o valor aplicado no papel não retorna para o investidor, como acontece com o fundo de investimento.

A Mellon do Brasil também está estruturando o Cine AA Funcine, já registrado na CVM. Segundo o presidente da empresa, Zeca Oliveira, no momento estão sendo mantidos contatos com investidores potenciais. Pela política de investimento, os recursos do fundo seriam direcionados a um único projeto de infra-estrutura do setor.

A idéia é que o primeiro fundo da Mellon invista em novas salas de cinema. A empresa que aplicar no fundo teria seu nome associado às salas. Assim, além de ganhar com a rentabilidade do investimento, a empresa teria retorno em marketing.

A medida provisória 2.228 instituiu os fundos de investimento em cinema em 2001. Mas a regulamentação, pela CVM, só veio no fim de 2003. O primeiro fundo colocado no mercado foi o BB Cine Produção e Distribuição, do Banco do Brasil, que captou R$ 2,3 milhões e investiu nos filmes: “Cabra-Cega” , de Toni Venturi, e “O Coronel e o Lobisomem”, de Maurício Dias. Também foi firmado contrato para participação na distribuição de “O Mistério de Irma Vap”, de Carla Camuratti, lançado no primeiro semestre deste ano. Com mais esta aplicação, o fundo passou a contar com 81,8% dos recursos captados direcionados para obras cinematográficas. As informações estão no relatório apresentado pelo administrador do fundo à CVM para consulta pública no site da autarquia.

Nas demonstrações financeiras do BB Cine Produção e Distribuição, ainda no site da CVM, consta que a rentabilidade auferida pelo fundo no semestre de outubro de 2005 a março de 2006 ficou negativa em 7,10%. No relatório da instituição administradora há a observação de que “se deve avaliar no próximo período, junto com os cotistas, a pertinência da manutenção da estratégia de reinvestimento ou o direcionamento para o encerramento do fundo”.

Procurada para falar sobre o assunto, a administradora do funcine BB Cine Produção e Distribuição, a BBDTVM, por meio da assessoria de imprensa, apenas disse que de 27 de dezembro de 2004 a 23 de agosto de 2006, o fundo rendeu cinco vezes o CDI do período. Isso significa que, se o investidor aplicou R$ 100 mil, hoje teria R$ 255 mil, segundo cálculos da consultoria Fortuna. Até o início dos investimentos nos projetos cinematográficos, os recursos do fundo estiveram aplicados em títulos do Tesouro Nacional.

Ao investir no fundo para a indústria cinematográfica, independentemente dos ganhos ou perdas, a empresa conta com um incentivo fiscal previsto na legislação. De cada R$ 1,00 aplicado no fundo neste ano, R$ 0,50 poderá ser deduzido na declaração de ajuste anual do imposto de raté o limite de 4% do tributo a ser pago.

O percentual da isenção fiscal vai diminuindo ao longo do tempo. Em 2006, a empresa pode abater 50% do dinheiro aplicado no fundo na declaração de ajuste de IR até o limite de 4% do tributo a ser pago. Em 2007, a dedução continuaria em 50%. Em 2008, o percentual cairia para 34%.

De acordo com projeto em tramitação no Congresso Nacional desde junho, a tabela de 100% de incentivo fiscal para os fundos de cinema voltaria a ser aplicada. Quando a tabela entrou em vigor, em 2001, faltava a medida provisória ser regulamentada. Por isso, as empresas só usufruíram do benefício a partir de 2005, quando o percentual do incentivo fiscal já estava em 68%.

“O risco do fundo de investimento para cinema é dividido pela empresa com o governo, por meio do incentivo fiscal. Mas, quando o fundo gera rentabilidade, 100% dos ganhos ficam com a companhia que fez a aplicação”, diz Sá, do BNDES. Essa é a grande vantagem do fundo para cinema em relação a outros fundos de capital de risco existentes no mercado.

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