SmellyCast #07 – 10 Anos de Bob Esponja!

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De volta depois de algum tempo, o SmellyCast vem apresentar um especialíssimo sobre o Bob Esponja e seu aniversário de 10 anos!

Além disso, com esse episódio tivemos a estréia de SmellyCast na MTV. Pois é, senhoras e senhores! Da internet direto pra telinha da tevê. Bora conferir?

Veja no enxame.tv.

Braincast TV #10.3 – Na MTV (parte 3)

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E agora pra finalizar, vamos com mais um bloco do Braincast TV na MTV.

Visando mais o futuro, nossa mesa conversa sobre o papel do artista nos dias de hoje e o que se espera para frente com relação ao comportamento no mundo da música e arte. Além disso, vamos acompanhar papos sobre as mídias e seus papéis e também a liberdade que se espera para as gerações que estão por vir.

Tudo muito bacana no bloco de encerramento da décima edição. Confiram no enxame.tv.

Braincast TV #10.1 – Na MTV!

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Dessa vez, Merigo e Cris Dias levam o Braincast TV a uma visita onde a web, a televisão e a música se encontram com frequência. Estamos falando da MTV, que teve como seus representantes Rafa Losso, Nicolas Vargas e Bruno Ondei, que são os caras que tocam o portal da MTV.

Nesse papo, eles vão nos dizer o que é portal, de onde veio e também suas metas. Vamos também conferir como é que aparecem novos colaboradores, a relação da web com a TV entre muitos outros assuntos.

Vejam tudo no enxame.tv.

Blur | crie papertoys das caixinhas de leite do clipe Coffee & TV

Construa papertoys dos bonecos do videoclipe Coffee & TV, do Blur! As embalagens de leite que estrearam na MTV em 99 podem ser baixadas e impressas aqui (versão azul) e aqui (versão rosa). Rock on!

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Dica do SmellyCat

RAOC: Orange Underground | Fight Club + Monty Pithon + MTV 80’s

Radesco indicou o Orange Underground, produção FWA do dia. Projeto animal para Cheetos na linha do filme Clube da Luta. Com uma grande dose de humor nonsense, algo na linha Monty Pithon e muitos videos no youtube numa pegada MTV 80’s. Muito bom mesmo. Vale ver e rever. Até porque, no fim do jogo ele carrega vários videobonus, que brincam de Tyler Durden.

Orange Underground - RAOC

É um site bem divertido e que promete mais. Quem se engajar e participar do RAOC (Radical Actos Of Cheetos) enviando suas ações em video, deve participar de uma grande ação em 1º de Abril. A campanha pensou em tudo em guerrilha. No youtube, estão plantados os virais RAOC feitos de encomenda.

No blog, o participante encontra várias instruções. Mas no manual em pdf, ele tem um verdadeiro manual de terrorista ensinando a fazer bizarrias com o produto como um canhão lançador de salgadinhos. Ah sim, uma comunidade no Facebook.

Promente ser um case de UGC/CGC (Conteúdo Gerado pelo Consumidor). Como a gente já vinha martelando, eles encantam num primeiro momento, oferecem uma plataforma para que o consumidor possa se engajar. Depois, prometem transformar essa participação em algo do tamanho da sua verba de mídia. Bacanão mesmo.

Viacom compra comunidade Teen

MTV is acquiring Gorilla Nation’s Quizilla.com, a user-generated content community for teens that encourages users to share quizzes, fiction, poetry, essays and polls. Quizilla.com is one of the top five destinations for teenage girls online, attracting 3.1 million unique visitors.

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Em vez do comercial, um show

Em vez do comercial, um show | 12.05.2006 | EXAME

Bem-vindo à era do infomercial, programas de entretenimento que, produzidos por grandes marcas, até parecem… propaganda

No início deste ano, surgiram mais de 20 comunidades no Orkut relacionadas ao reality show Os Convocados, exibido pela MTV no Brasil. Durante cinco semanas, o programa mostrou a disputa de 12 jovens, enclausurados num centro de treinamento no interior de São Paulo, que concorriam a uma vaga para acompanhar os apresentadores da emissora à Copa do Mundo da Alemanha. Na derradeira prova, dois finalistas disputaram uma partida de futebol num campo cercado por painéis da Coca-Cola. A audiência do programa na MTV e o tititi no Orkut renderam visibilidade à marca de refrigerante, para a qual o reality show foi produzido sob medida. “Queríamos uma forma diferente de atingir o público jovem”, afirma Mônica Horcades, diretora de marketing da Coca-Cola. “Com programas desse tipo é possível falar com esse grupo de forma muito mais envolvente.”

As marcas e seus programas

Alguns infomerciais produzidos por grandes empresas no Brasil e no exterior
Samsung
Charged (algo como “carregado†em português) – Fox Brasil
Programa sobre novidades do mundo da eletrônica com estréia prevista para outubro
Omo (Unilever)
Porque Se Sujar Faz Bem – Discovery Brasil
Série de documentários curtos nos quais psicólogos, pediatras e pedagogos discorrem sobre a importância da brincadeira para as crianças
Axe (Unilever)
The Gamekillers – MTV americana
Reality show da marca de desodorantes no qual homens jovens precisam conquistar namoradas
Coca-Cola
Os Convocados – MTV Brasil
Reality show sobre a disputa de 12 jovens por uma vaga para acompanhar apresentadores da MTV à Copa da Alemanha

A idéia é que a mensagem da marca fique tão disfarçada de entretenimento que o telespectador não perceba que, na verdade, está assistindo a um grande comercial. Pelo menos por enquanto, isso tem funcionado. Um número crescente de empresas de todo o mundo tem aderido aos chamados infomerciais. Sob a forma de reality shows, pequenos documentários ou seriados de TV, esse novo modelo de publicidade já movimenta mais de 900 milhões de dólares por ano nos Estados Unidos, segundo a revista Advertising Age. Lá existem empresas especializadas em vender produtos por meio de infomerciais. É o caso da Guthy-Renker, grupo de varejo eletrônico da Califórnia que fatura 1,3 bilhão de dólares por ano. Um dos programas da companhia — o dos produtos para tratamento da acne Proactiv Solutio — é apresentado pela cantora Vanessa Williams e exibe casos reais de celebridades e pessoas comuns que sofrem com cravos e espinhas. “Os infomerciais estão se transformando numa alternativa à publicidade convencional”, afirma Rodrigo Etchenique, presidente da Synapsys, consultoria de comunicação paulista. “Diferentemente dos tradicionais comerciais de 30 segundos, eles permitem captar por mais tempo a atenção do público.”

Programas produzidos por grandes marcas não são exatamente novidade no Brasil. Nos anos 50, a Gessy Lever (atual Unilever) não só patrocinava como também produzia radionovelas acompanhadas de seus jingles. Distribuídas gratuitamente a 250 emissoras, atingiam 23 milhões de ouvintes. O que os infomerciais do século 21 trazem de novo é a preocupação em explorar, de maneira atraente, conteúdos relacionados à marca. Foi o que buscou a Unilever com sua série de pequenos documentários da campanha Porque Se Sujar Faz Bem, do sabão em pó Omo. Nesses filmes — transmitidos no ano passado pelos canais Discovery –, psicólogos, pediatras e pedagogos falam sobre a importância de as crianças se sujarem enquanto brincam. Em nenhum momento o programa sugere que os pais lavem as roupas sujas, resultantes das brincadeiras de seus filhos, com Omo. A mensagem fica implícita, numa evidente tentativa de reforçar a credibilidade do documentário. Na série americana The Gamekillers, patrocinada pelo desodorante Axe, também da Unilever, o produto nem sequer aparece. É a linguagem estética do programa — no qual garotos precisam demonstrar seus poderes de sedução — que remete aos comerciais do Axe.

De acordo com especialistas, os infomerciais apresentam algumas vantagens em relação ao tradicional merchandising. Uma delas é o investimento. É o que mostra a experiência da Avon. Em 2003, a fabricante de cosméticos criou o Tudo Avon, programa transmitido pela Rede TV! e destinado às milhares de revendedoras da empresa. Seu conteúdo abordava desde dicas de maquiagem até aspectos da saúde da mulher. Na época, o custo total de produção e transmissão de quatro edições semanais, com 1 hora de duração cada uma, era equivalente a 1 minuto de merchandising na principal novela da Rede Globo. Outra vantagem do infomercial, apontada por especialistas em marketing, é a possibilidade de atrair a atenção de grupos específicos de consumidores. “Trata-se de uma boa opção para anunciantes com marcas já consolidadas que estão em busca de um público restrito”, afirma Daniel Barbará, diretor comercial da agência de publicidade DPZ. O grupo prioritário na mira dos infomerciais está na faixa jovem.

Aficionados de todo tipo de tecnologia e pouco fiéis a marcas, os jovens são hoje um dos maiores desafios para os anunciantes. Uma recente pesquisa do Instituto Ipsos apontou que apenas 29% dos brasileiros de 18 a 24 anos das classes A e B se dizem fiéis a marcas — ante 37% dos adultos com mais de 35 anos da mesma classe social. “Trata-se de uma geração que, graças ao acesso à informação proporcionado pela internet, tornou-se naturalmente crítica em relação às promessas da propaganda”, afirma Raquel Silveira, diretora de pesquisa qualitativa do Ipsos. “Além disso, ela está em busca de referências e de uma forma de comunicação irônica e bem-humorada, características comuns dos reality shows.”

Interessada em cativar adolescentes de 12 a 17 anos, a Adidas está produzindo a segunda fase do MTV Goal. O programa retrata os bastidores de dez atletas — entre eles o brasileiro Nilmar, do Corinthians — cotados para defender seus países na próxima Copa do Mundo. Os episódios giram em torno das expectativas de cada jogador sobre a convocação, considerada o prêmio final. “Queríamos uma abordagem diferente para falar do cotidiano desses jogadores e decidimos expor a vida fora dos campos”, diz Thaya Marcondes, diretora de comunicação da Adidas Brasil. Segundo ela, os adolescentes são um grupo prioritário para a empresa — praticam mais esportes que os adultos e são capazes de influenciar os pais a comprar chuteiras que custam mais de 400 reais. “Não seria possível atingir esses meninos somente com um comercial de 30 segundos.”

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